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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Todos os caminhos vão dar à derrota... de Seguro



Quero começar por dizer que, depois de se bater com António Costa, dentro do PS, e o vencer, e ainda for a legislativas em 2015 e vencer e ser, como tem referido várias vezes, Primeiro-Ministro, serei o primeiro a tirar o chapéu a António José Seguro. Sem contestação alguma.

Agora, esse título para o actual líder do Partido Socialista, parece cada vez mais distante, por vários motivos!
Uma sondagem publicada hoje (mas anunciada no Sábado) no jornal i, dá conta de que mais de 60% dos eleitores preferem Costa a frente do partido, e este tem dado provas de ser competente ao ponto de cerca de um terço dos inquiridos dizer que o actual Presidente da Câmara de Lisboa não se deveria demitir do cargo mesmo assumindo a liderança do partido.
Isto quer apenas e só dizer que, Costa é cada vez mais favorito a liderar. Até porque, Seguro tinha prometido aos Presidentes das distritais que não iriam a eleições, o que pode não acontecer visto que será um dos pontos da ordem de trabalhos para a comissão política que se vai realizar em Ermesinde. Isto claro, paga-se caro na política, e Seguro, à custa desse preço, está a ver federações fugirem para o apoio a Costa. De notar que se metade das federações distritais solicitarem congresso, este realizar-se-à.

Mas não é só por causa da luta interna dentro do maior partido de oposição que Seguro pode ver o cargo que ambiciona cada vez mais distante. É que o actual circo montado em torno da decisão do Tribunal Constitucional, pelo actual Governo, pode ser estratégia para que o Presidente da República dissolva o parlamento. E aqui, até teria o apoio do PCP (que está em franca expansão e pode ir buscar votos ao PS) e o apoio de Seguro, mas não do PS. Sim, para Seguro, era o melhor que lhe poderia acontecer e o mais perto de PM que poderia chegar. Sendo que a vitória seria uma miragem, mas seria pelo menos, uma forma de o actual líder socialista ir a eleições. Acontece que era o melhor que poderia acontecer ao PSD e CDS, uma vez que a acontecer agora eleições antecipadas, iria muito provavelmente conseguir tirar proveito da situação socialista ao ponto de vencer, creio. E assim, revalidar a sua destruição do país por mais 4 anos.

E agora a pergunta que se coloca é a seguinte: Tudo isto é culpa de Costa? 
Não, claro que não. Se o PS tivesse tido uma vitória categórica, nada disto estaria a acontecer no largo do rato. Se Seguro percebesse que não está a agir em conformidade com o que seria de esperar deste partido, teria-se demitido, e não estar a atrasar todo o processo. Este atraso que o homem de Penamacor está a impor, pode fazer com que o cenário acima descrito de eleições antecipadas ocorra durante o verão. E aí, não será o actual líder do partido socialista quem mais vai sofrer, somos todos nós.

Demitirmo-nos para ir a eleições mostrar aos opositores internos que temos, realmente, condições para continuar no cargo não é vergonha nenhuma. Vergonha é estar a ocupar um lugar que sabemos que a grande maioria do nosso universo não nos quer lá, mas ainda assim, nele continuar.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Dois anos de Seguro



Faz hoje dois anos que o líder do PS foi eleito secretário geral do partido, desde então, muito se tem alterado no quotidiano dos portugueses.

Visto que o PS assinou também o memorando, é o líder da oposição e, sobretudo, um dos partidos com mais responsabilidades na vida política portuguesa, António José Seguro tem assim um papel de grande relevo e responsabilidade no nosso dia-a-dia.
Acredito que não tenha neste momento muitos motivos para festejar, os portugueses estão hoje pior, este fim de semana ficou estagnada uma crise política, o desemprego é elevado, as propostas tardam em dar resultados, a dívida dispara, o défice está incontrolável... enfim, tudo o que já sabemos.

Mas o que pretendo realçar é o que Seguro tem feito ao longo destes dois anos, e como sabem, nem sempre estou totalmente de acordo com as suas opções, mas temos todos de reconhecer, que soube gerir da melhor forma uma crise interna no PS, unindo o partido, tem apresentado propostas claras quer no parlamento como à Comissão Europeia, temos visto que promove o diálogo, não vira facilmente as costas aos problemas e assume as suas responsabilidades.
Muitas vezes acusado de não apresentar propostas e de não ser a alternativa que Portugal precisa, o antigo líder da JS tem mostrado saber dar a volta por cima e manter-se fiel aos seus princípios e ideias, isso viu-se este fim de semana.

Quero também destacar 3 artigos que, ao longo dos dois anos fui escrevendo sobre o secretário geral socialista:


No fundo, é isto que se pede a um líder, que una a organização, apresente soluções aos problemas envolventes e que seja coerente. Pode fazer a coisa mais errada do mundo, mas se acreditar verdadeiramente que é a melhor solução possível, e tiver um grupo de pessoas que acredite também na sua ideia, é um óptimo líder.

Parabéns por estes dois anos de liderança à frente do partido, que são presenteados com a liderança nas sondagens, e desejo sucesso no seu trabalho daqui em diante.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Um verdadeiro líder amigo



Existem pessoas que nos marcam para a vida. Tenho apenas 21 anos mas tenho já pelo menos uma mão cheia de pessoas com quem tive o prazer de me cruzar e com quem pude aprender imenso.

As minhas vivências ao longo destes anos têm trazido muitas capacidades à minha personalidade, e a liderança é uma delas.
Falo de liderança porque faz hoje 3 anos que tomou posse um dos melhores líderes que conheço, alguém que muito contribuiu para o meu presente e que contribuirá para o meu futuro sem dúvida alguma. A escolha da minha licenciatura, a minha postura política, as minhas opções de grande relevância social, entre conselhos pessoais, passam na maioria das vezes pelo conhecimento e aconselhamento dessa pessoa, desse líder.

É alguém que se move por causas, que aprende com os outros mas essencialmente que cria oportunidades aqueles que o rodeiam de se evidenciarem, trabalha e dedica-se em prol da juventude e da sua comunidade.

Muito mais poderia aqui escrever sobre ele, mas considero o nosso dicionário bastante limitado para o fazer. Dado isto finalizo apenas agradecendo aquilo que em diversos momentos tem significado para mim e me tem ajudado sempre de forma construtiva.

Quem com ele tem trabalhado sabe do que falo certamente, e a vocês deixo um conselho amigo, estimem-no, não existem neste mundo muitas réplicas...

NOTA RELEVANTE: o seu nome é Fábio Faria.