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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Um recandidato e um apelo ao voto

Como sabem, já fui protagonista de uma candidatura a liderança de uma organização. A candidatura à presidência de uma associação tem tanto de gratificante como de responsável.

Ainda não tinha partilhado aqui no PNP, mas este ano estou também incluído numa das duas listas candidatas à AAUM – Associação Académica da Universidade do Minho. Nomeadamente na Lista A, que tem como objetivo máximo a reeleição do atual Presidente Carlos Videira. Em caso de vitória, será o seu terceiro mandato à frente da referida associação.

Ao contrário do que aconteceu até aqui, os estudantes da Universidade do Minho têm uma tarefa facilitada, ou votam A ou B, literalmente. Pelo que, para se escolher um dos lados, é sempre necessário conhecer os dois.
Este artigo não será um apelo ao voto na Lista A, mas sim um apelo ao voto, ao voto informado, ao voto responsável. Irei nele também explicar porque me encontro inserido na lista candidata e também, aquela que é a minha leitura do panorama atual, uma vez que estamos a percorrer ainda a pré-campanha eleitoral.


Como sempre, quem está no poder, e neste caso, o candidato da lista A, é sempre um alvo facilitado para as criticas. Pois uma decisão, seja ela de grande envergadura e importância, ou uma decisão mais simples que seja, irá reunir, sempre, opositores e apoiantes. E este ano, pelo facto de já ter dois anos de desgaste político das suas decisões, estratégias e coordenação, Carlos Videira tinha tudo para ser um alvo demasiado fácil para a crítica. Mas acontece que a coragem de se candidatar a um terceiro mandato, revela que, mais do que pedir o escrutínio dos eleitores ao seu trabalho até agora desenvolvido, por via do voto e sempre com a possibilidade de perder, tem ainda um projeto para levar a cabo, que está, aliás, disponível para consulta de todos os interessados. Acredito que, seria bem mais confortável para o próprio a não recandidatura, pois se fosse apenas para colocar no CV esta experiencia, já o tinha garantido certamente.

Certamente, escreverei mais acerca destas eleições. E aí sim, assumidamente em papel de fazer campanha pela lista em que estou inserido. No entanto, fico-me por aqui, a apresentar o meu ponto de vista, o mais genérico que consigo, dadas as circunstancias. Em jeito de conclusão, apresentei aqui, e foi com este intuito que escrevi o artigo, a forma como encaro esta reeleição, tal qual como se não estivesse na lista candidata protagonizada pelo Carlos Videira. E apelo, uma vez mais, ao voto informado.

Ficam também aqui os meus desejos de uma campanha cheia de debates, trocas de ideias e partilha de projetos, ideias, criticas construtivas, reflexões e vontades, onde se deve procurar evitar trocas de acusações infundadas, a maledicência, a critica fácil e a demagogia habitual de duelos eleitorais. Veremos se todos os candidatos serão capazes de primar pelo exemplo.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Todos nos sentimos...



A Universidade do Minho está de luto!
Todos sabem que não tenho como hábito escrever sobre este tipo de assuntos, como foi o caso do Meco, no entanto, e por ser a instituição onde estudo e por isso, fazer parte desta "família", sinto na pele tudo aquilo que nos rodeia neste momento.

Foi uma notícia trágica, que no dia de ontem, no final do dia, abalou toda a comunidade académica e fará moça nos próximos tempos...

Creio que a discussão nos próximos dias será de tentativa de responsabilização pelo acontecido, tal como é costume no nosso país, e poder-se-à até invadir a privacidade e luto dos familiares e amigos.
Mas isso não deixa de permitir dizer aquilo que acho que deve acontecer, isto é, devem deixar as entidades responsáveis fazer as peritagens e posteriormente os devidos julgamentos.

Contudo, muitos poderão ser vistos como culpados. Ontem mesmo estive cerca de 90 minutos junto do local e ouvi o maior número de vozes possíveis, pelo que se poderá culpar a reitoria, autarquia e os próprios alunos.
A reitoria emitiu à cerca de dois anos, um regulamento em que proíbe a praxe dentro do campus, o que faz com que os alunos praxem e sejam praxados fora deste, e o local onde aconteceu o acidente, é um local de eleição para o exercício destas actividades.
Outras vozes diziam que a autarquia tinha, e tem, a sua quota parte da culpa pelo estado em que estava o muro, ou peça de mobiliário como lhe chama o vereador.
No entanto, outros culpam ainda os estudantes, obviamente, por terem ido para cima do muro e assim ter feito este ruir...
Mas tudo isto não passa de opiniões emitidas de cabeça quente, a partir de suposições feitas no momento com o calor da situação.

O que eu acho é que aconteceu o que aconteceu pelo conjunto de situações acima relatadas... não creio que haja apenas um culpado, se é certo que o muro estaria a ruir e que ia cair mais dia menos dia, é também certo que o facto dos alunos terem subido esta estruturo precipitou a queda. Quanto a praxe estar ali a decorrer, poder-se-à culpar a reitoria por não permitir a praxe dentro do campus, campus este que é vigiado por seguranças, mas na minha leitura, não acho que devam ser atribuídas responsabilidades directas.

Dado tudo isto, apenas lamentar a perda de 3 alunos e apresentar as condolências aos familiares e amigos das vítimas desta tragédia.
De salientar ainda, o espírito de união que se vive entre os alunos de todos os cursos desta casa. Todos sentimos as perdas, todos estamos de luto!

domingo, 22 de setembro de 2013

Bye Bye



Já se notou que o que este Governo tem feito, é pura e simplesmente desfazer o que o anterior executivo fez, em seu nome, o Governo de Sócrates. O que por um lado até é bom, assim nota-se bem que o PS e o PSD são bem distintos. Assim, as pessoas podem bem comparar o que é um Governo socialista, e um Governo de direita, e em 2015, e nas seguintes legislativas, escolher entre as duas alternativas.

Este verão foi também uma estação em que muito ouvi falar do anterior ministro José Sócrates, que muito prezo, na medida em que, por mais do que uma vez, me disseram: ao menos o outro (Sócrates) ainda dava alguma coisa aos pobres, já este tudo tira a quem tem dificuldades. Mas não é para apenas falar de Sócrates que escrevo este artigo.

O actual Governo tem desfeito tudo o que o anterior andava a fazer, principalmente o que andava a fazer bem. Já vimos isso com o Magalhães, e entre outros episódios, vemos agora o mesmo com o Inglês nas escolas primárias. Eu pergunto-me, Portugal tem alguma estratégia? Quem Governa quer, mesmo, o melhor para o país? Não consigo perceber.

Quer sejamos do partido que formos, parece-me claro que, para a competitividade do país, a língua inglesa era uma peça fulcral para este objectivo. É que a competitividade passa também pela formação das pessoal, pela sua qualificação, e não apenas para o salário e produtividade.

A universidade do Minho avança agora com uma medida que passa por avaliar os alunos quanto ao seu inglês, e aos alunos abaixo de B2, oferecer qualificação para atingir aquele escalão. Uma pergunta para ficar no ar, será que a UM é que está errada, ou será este Governo?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Fernando Alexandre novo secretário de Estado



Sou aluno de Administração Pública da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho e desde que aqui entrei me sinto orgulhoso por a esta comunidade pertencer, daí toda a minha actividade que tenho vindo a desenvolver. No entanto, existem momentos que nos deixam cada vez mais orgulhosos. 

Esta escola tem vindo a ser cada vez mais prestigiada no últimos anos, quem anda atento sabe que a EEG tem vindo a apostar na excelência e eficiência, na qualidade. E hoje houve mais uma prova disso mesmo, foi nomeado para este Governo, cargo de secretário de Estado adjunto da administração interna o presidente do conselho pedagógico desta mesma escola, onde é também professor e vice-presidente.
É por isso que hoje deixo aqui publicamente esta nota de felicitação pela sua nomeação e enquanto aluno e também presidente do Centro de Estudos de Administração Pública também da EEG me sinto orgulhoso.

Quer se concorde ou não com as acções do actual Governo, ou mesmo com a forma de trabalhar de Fernando Alexandre, é sem dúvida prestigioso ver alguém atingir tal patamar. Deste modo, deixo uma vez mais aqui os meus mais sinceros parabéns e votos de um excelente trabalho, que estou certo de que irá prestigiar e orgulhar esta instituição.

Boa sorte